Meu Amor Adolescente com Síndrome de Down

Meu nome é Azaff, tenho 21 anos e moro no estado de Goias com minha mãe e minha irma, meus pais são separados. Minha avó por parte de mãe, mora em outro apartamento, porem, no mesmo prédio. A alguns anos atras, meu tio Abraão, irmão da minha mãe; Um fanfarrão nato, vagabundo, boêmio, sempre viveu se metendo em confusão, o porra louca da família… Se envolveu com uma mulher chamada Aparecida (Cidinha), que por sua vez, também era completamente desequilibrada, maluca de pedra, mas enfim… Quando meu tio conheceu Cindinha ela já tinha uma filha, que na época, tinha uns meses, quase 1 anos. Essa filha se chama Melina, e ela tem Síndrome de Down. Nessa época eu tinha uns 5 anos e por diversas vezes eu via minha avó chorando ou saindo de madrugada de casa para ir socorrer meu tio em alguma merda que ele tinha feito. Quando ele começou a se relacionar com Cidinha ele deu uma desacelerada, sendo assim, minha avó idolatrava Cidinha, e ajudava muito ela com a Melina.

Quem tem Down, geralmente, precisa fazer algumas cirurgias cardíacas quando são crianças, e as primeiras cirurgias de Melina foi minha avó que pagou. Quando eu tinha 7 anos Cidinha ficou gravida do meu tio; Eu me lembro precisamente, porque ate hoje tenho fotos do dia que ela anunciou que estava gravida. Foi no dia do meu aniversário. Minha avó ficou feliz da vida, meu tio chorou de emoção, fez planos, passou a procurar emprego e deixar de ser sustentado pela minha avó, enfim… O cara tomou juízo! Porem, quando Cidinha estava com 4 meses, meu tio voltava de um churrasco com ela, e Melina dentro do carro. Ele tinha bebido, cheirado e o caralho, e claro: Bateu o carro. Todo mundo ficou bem, porem, Cidinha perdeu o bebe, depois disso, uns 4 ou 5 meses depois, eles se separaram, e meu tio voltou pra vida louca 3x pior do que era antes, chegou a desaparecer 8 meses, deixando minha vó louca achando que ele tinha se matado ou algo do tipo. Nesse intervalo, como minha avó tinha perdido o neto no acidente, e meu tio sumiu, ela projetou todo amor, carinho e dedicação de avó em Melina.

Cidinha passou a frequentar a casa da minha avó diariamente, e a cada dia ia abrindo mão da responsabilidade de Melina, a deixando com minha avó. E assim o tempo foi passando, ate que minha vó assumiu de vez a guarda de Melina, e Cidinha sumiu no mapa. Quando a menina estava com 4 anos, ela voltou dizendo que queria a menina de volta, mas minha avó percebeu que ela queria dinheiro, acabou dando uma grana pra ela, e Cida passou a guarda da menina pra minha avó. Nessa época eu tinha uns 9 anos.

Eu tenho mais 4 outros primos alem de Melina. Duas meninas e dois homens. Eles não moram perto de mim. Somos uma família bem unida, nos vemos quase todo fim de semana, eu e meu primo somos os dois mais velhos, então, somos bons amigos de farra. Estudamos na mesma escola, eu e ele, ja terminamos, porem os outros três são mais novos, e ainda estudam na mesma escola que Melina. Enfim… Na medida que fui crescendo, com meus 11, 12 anos e convivendo com Melina fui sentindo muito tesão por ela. Acho que a minha primeira ereção foi olhando Melina. Acho não, tenho certeza! Pq?? Minha avó é uma senhora conservadora, recatada e do lár, então ela sempre dizia pra Melina: “Olha os modos, fecha as pernas, senta direito” Enfim… Essas coisas que as mães ou avós falam para as meninas quando elas são pequenas. E isso me instigou a reparar as atitude da menina e fantasiar coisas mesmo com a inocência de criança. Melina sempre foi assanhada, espevitada, atrevida, sem modos, vivia de vestidinhos com as pernas arreganhadas, se esparramava no sofá, sem nenhum pudor; Parece que fazia de proposito, impressionante… Com o passar do tempo, isso se tornou normal, e eu, e meus primos, desfaçávamos muito, e fingíamos que não estava acontecendo nada, mas sempre que podíamos, íamos pra casa da minha avó só para olhar as ousadias de Melina, e batíamos uma punheta cabulosa homenageando as espreitadas que dávamos.

As pessoas acham que todo mundo que tem Síndrome de Down tem aquelas características estereotipadas do fenômeno. Ou seja, tem uma estética que não agrada os olhos de quem ve quando relacionado ao padrão de beleza comum, porem, nem todos tem as feições tão características dos Down’s, e Melina, é uma delas.

Melina sempre foi linda, com traços sutis da Sindrome de Down, porem, sem exageros ou desvios estéticos. É loirinha, toda branquinha, com cabelos lisos fininhos, com olhos claros de olhar doce, astutos e curiosos; Um sorriso inocente, meigo; É delicada em cada detalhe: tem um pézinho lindo, branquinhos, harmoniosos, rosinhas, com solinhas macias; Suas mãos são perfeitinhas, pequenas, com toque suave; Sua boca formada por lábios rosados que estão sempre molhadinhos. Ela sempre foi charmosa, fotogênica, desde pequena. Ela se espelha nas primas que tem praticamente a mesma idade, e as meninas são muito vaidosas. É super amorosa, carinhosa, receptiva, simpática, desde pequena estava sempre sorrindo, abraçando e beijando todo mundo. Sendo assim, eu tenho certeza que alguém ja se aproveitou da situação para tirar umas casquinhas.

Quando eu tinha uns 13 anos, minhas taras, e desejos ja estavam aflorados, principalmente por causa da internet, eu batia punheta feito louco; Era eu descer pra casa da minha avó que eu ja ficava maluco olhando Melina brincando, ou dormindo no sofá, ou assistindo TV, enfim… Ela me deixava louco. Na época, ela tinha uns 8 anos, tinha um corpinho rosado, em formação, lindo de mais, com os peitinhos dando sinal de vida, uma bundinha gostosa arrebitada, as pernas grossinhas bem torneadas, seus pézinhos lindos, limpinhos com solinhas rosadas, ela se arreganhava inteira no tapete da sala brincando com uns legos, ficava de quatro pra pegar alguma coisa, deitava de bruços, empinava a bundinha, fazia pose de anjo quando ia colorir alguma coisa, enfim… Totalmente sem pudor, maldade ou malicia. Mas a menina me deixava louco. Eu ia pro banheiro e tocava uma punheta bem gostosa; Cheguei a bater umas 3 ou 4 por dia pensando em Melina.

Cansado de só olhar, eu queria tocar. E a primeira vez foi foda: Minha vó faz um curso dinâmico de botânica e arranjos de flores na casa dela, é um Hobbies da minha avó com as amigas. Elas são um grupo de amigas que se revesam para ser as anfitriãs do curso: Cada semana é na casa de uma. Elas assistem uns videos e vão fazendo os arranjos e tal… Nesse dia, minha avó recebia essas amigas em casa, e eu, minha irmã e Melina estávamos na sala assistindo Mulan (um filme da Disney) enquanto minha vó estava na sacada com as amigas fazendo o tal curso. No meio do filme, minha irmã foi ficar na sacada borrifando água nas flores (ela amava fazer isso) e eu fiquei assistindo o filme com a Melina, e do nada, ela dormiu, apagou. Eu na ponta do sofá, e ela ocupando o resto deitada dormindo com uma blusa verde clara com uns sapinhos desenhados, um shortinho curto azul com branco do pijama que mais parecia uma calcinha e se enfiava levemente no reguinho dela marcando sua bundinha pornograficamente, e uma meia amarela nos pés; Eu olhei aquilo, e ja fiquei de pau duro. Olhava pra minha avó e para as outras pessoas na sacada, e estavam todas de costas pra mim entretidas, e eu, comecei a catucar Melina pra ver se ela acordava, e nada, nem se mexia. Então, me aproximei com cautela, comecei a passar a mão na coxa dela, na bundinha, voltei pra coxa, desci, fui para panturrilha e parei acariciando seus pézinhos; Depois ousei ainda mais, tirei meu pinto pra fora discretamente, e comecei a me punhetar esfregando meu pinto nos pés dela. Eu maluco de tesão queria sentir a textura dos seus pezinhos, então, tirei as meias. Nesse momento ela se mexeu, e ficou de conchinha com a bunda empinada pra mim, então, eu meio arisco, olhei pra ver se tava tudo bem, me aproximei novamente, e comecei a me punhetar encostando meu pinto nas solinhas rosadas dela, sentindo a textura, a macies daqueles pézinhos lindos e indecentes que me matavam de tesão. Não fiquei muito tempo porque gozei rápido, acho que foi a primeira vez que eu gozei molhado na vida, porque antes, gozava seco ou bem pouquinho, mas dessa vez, gozei um projeto de porra bem consistente. Dei uma lambuzadinha no pézinho dela, fiz questão de esparramar com a cabeça do meu pinto, e depois, limpei rápido com as meias dela que estavam no sofá.

Depois desse dia, descobri que Melina tinha sono pesado, e que se eu fosse cauteloso poderia me divertir outras vezes, porem, como era novo, morria de medo de alguém me pegar e dár a maior merda. Meu medo, era maior que meu tesão. O tempo foi passando e eu ia aprimorando minhas técnicas, mas sempre com muita cautela e cuidado. Não fazia muita coisa alem do de sempre: Passava a mão nas pernas, na bundinha, quando dava eu espiava a bocetinha que sempre foi linda, delicada e rosinha, cheguei a ver os peitinhos, porem, nem eram novidade pq ela vivia sem blusa, e o desfecho era o mesmo: Uma boa gozada nos pézinhos dela. Uma vez ou outra ela acordou, mas eu fingia que estava cobrindo ou fazendo carinho, ou chamando ela pra ir dormir no quarto. E assim foram os meus 14, 15 anos…

Aos 16 tive minha primeira namorada, meu primeiro lance mais serio, passei a interagir com meninas da minha idade de uma maneira mais seria, sexualizada, e fiz as primeiras incríveis descobertas dos prazeres de uma boa foda de verdade, sendo assim, abandonei a frequencial quase que diária das punhetas, e passei a trepar com Jordanna (Minha primeira namorada) e como consequência, minha tara por Melina foi diminuindo aos poucos. Sua sensualidade inocente, vulnerável e juvenil não tinham mais o mesmo efeito que me desbaratinava de antes, no entanto, ela continuava crescendo, e aos 11 anos estava cada dia mais gostosinha, mais safada e sacana. Continuava com o mesmo desprendimento em relação ao seus modos, porem, dessa vez, não era mais tão inocente como antes, por mais que ela tivesse um deficit de atenção, dificuldades na aprendizagem, ela já sabia muito bem que aquele comportamento causava reações das mais diversas: As pessoas olhavam de rabo de olho, e Melina se sentia bem, porque adorava chamar a atenção. Ela não relacionava isso a sexo, sacanagem ou putaria, mas ela sabia que causava algum efeito. Tanto, que sempre quando ela ia brincar com as primas em baixo do prédio, minha avó fazia questão de que todas as menias (Netas dela) usassem calça ou shorts, porque se ela mandasse só Melina trocar de roupa, era um “Deus Nos Acuda”, a menina é, e sempre foi manhosa, mimada e cheia de vontade.

Entre indas e vindas namorei até os 17 anos; Durou 1 ano e 3 meses, foi bom enquanto durou, Jordanna era uma tremenda safada. No meio do ano, eu estava solteiro, na pista pra negocio, eu e meu primo saiamos todo final de semana, e tocávamos o terror, eu trepava pra caralho. Não sou o cara mais bonito do mundo, mas tenho meus atributos… Em relação a mulher, nunca passei aperto. Em um final de semana, não sai porque não tinha dinheiro, então, fiquei em casa jogando vídeo game, assistindo um filme, e tal… Na hora de jantar, desci pra casa da minha avó, quando eu cheguei, abri a porta sem tocar a campainha, e entrei, como de costume.

Minha avó, minha mãe, e Melina tinham ido ate o mercado para comprar o suco de maçã que minha avó gosta de tomar no jantar, e na casa dela, ficou minha irma (13 anos), e minhas outras duas primas (uma com 13 e outra com 12) A medida que fui entrando, fui escutando a conversa delas com Gabrielle, uma amiga que morava no nosso prédio, mas que estava viajando, e a conversa era sobre namoradinhos, peguntes de escola e do prédio. Em um determinado momento Gabrielle, falando pelo viva voz no celular, falou algo sobre Melina que eu não entendi, porem, as meninas responderam, em um tom firme e afirmativo que Melina não era nenhuma santa, e que de boba ela não tinha nada. Que elas estavam brincando no prédio com os vizinhos e o Pedro Lucas (Um vizinho nosso da mesma idade delas) foi fazer xixi em um arbusto, ai um dos amigos disse para ele levar um outro colega para “segurar pra ele”, e obviamente, que o amigo não foi, e retrucou dizendo para ele levar uma das meninas, Pedro Lucas chamou uma das vizinhas, e a menina respondeu que não iria, claro, mas que ele poderia levar a Melina, e a putinha foi… De acordo com elas, eles demoraram um pouco mais do que deveriam, um dos colegas foi olhar, e disse que a Melina tava “mamando” o Pedro Lucas. Gabrielle ficou chocada no telefone, queria saber mais da fofoca. E as meninas concluíram dizendo que ela ja tinha ficado com um outro menino, que mandou nudes para um garoto do 6º ano no colégio, que ja tinha chupado um outro garoto no prédio, deixou ele esfregar o pau nela, e que ela tinha fama de boqueteira, enfim… Gabrielle questionou se as meninas achavam que a Melina não era mais virgem e minha irma respondeu dizendo que achava que sim, porem, não sabia por quanto tempo porque Melina era safada.

Eu fiquei puto ouvindo aquilo, fiquei enciumado, de verdade. Eu espreitava mais um pouco a conversa delas quando minha avó, minha mãe e Melina voltaram do mercado. Eu me escondi no banheiro, e depois apareci como se tivesse acabado de chagar. Melina se fazendo de sonsa como sempre, usando a Síndrome de Down pra esconder a verdadeira putinha que ela era. Naquele momento todo o minha fissura, tesão, desejo e prazer voltaram a tona 3x maior do que era antes. Melina usava uma blusa de manga longa preta, uma calça leggin azul escura, calçava um cross branca com azul claro e meias brancas. Na frente da minha avó ela fica toda manhosa, se fazendo de frágil, vulnerável, bancando a santinha… Aquilo me deixava puto e com um tesão desgraçado.

Enquanto minha avó punha a mesa, eu fiquei no sofá da sala, e as meninas que estavam no quarto foram pra mesa de jantar. Melina sentou-se a mesa e ficou conversando com as primas, e eu no sofá só observando de pau duro, uma semana depois disso foi o aniversario de 12 anos de Melina. No salão de festa do prédio tem uma área que server com uma boate, é um lugar isolado acusticamente para poder tocar musica sem incomodar os vizinhos, la é escuro, tem luzes estroboscopias, uns jogos de luz descolados, é uma decoração apropriada para o ambiente. Nesse dia eu me esfreguei, bolinei, abusei muito de Melina… Estava todo mundo distraído, bêbado, no escuro, e eu aproveitei; Tratei Melina como minha putinha. No começo, ela estranhou, ficava se esquivando, chegou a pedir pra eu parar, mas eu estava louco de tesão. Na festa ela estava fantasiada de bailarina, com um colan branco, uma sainha de tule rosa, uma meia calça, de sapatilha, estava uma delicia… No decorrer da festa ela tirou a sapatilha, eu dancei sertanejo com ela, fiz um passeio com as mãos no corpinho dela, fiz ela sentir meu volume, esfreguei meu pau na bundinha dela, e a safada começou a gostar, dava risadinhas sacanas, me procurava pra dançar… No final, eu ja tinha bebido umas, todo mundo ja tinha ido em bora, e só estavam os parentes mais próximos e os vizinhos jogando truco, a molecada começou a correr fora do perímetro estabelecido na regra de condomínio para fazer as festas, e o porteiro foi reclamar com a minha avó, nesse momento, ela foi atras das crianças para coloca-las dentro do salão de festas, ela chamou as que estavam perto dela, e me mandou ir atras de Melina e da minha outra prima que estavam mais acima na quadra com o Pedro Lucas fazendo algum tipo de sacanagem, provavelmente.

Eu fui, dei uma bronca neles, e quando Melina tava indo em bora, eu peguei na mão dela, fiz com que ela andasse mais devagar, e fui seduzindo, barulhando… Disse que queria pedir uma coisa, mas estava com vergonha, que não sabia se ela ia ficar brava comigo, que era um segredo, e bla bla bal… Ela respondeu que eu poderia pedir, e quando saímos da vista das outras pessoas, puxei ela para um canto bem discreto, e eu disse que queria que ela fizesse em mim a mesma coisa que ela fez no Pedro Lucas, que eu não contaria pra ninguém, que eu nunca tinha feito, e só poderia contar com ela para me ajudar.

Melina se fez de desentendida, retrucou, se assustou, depois me perguntou como eu sabia, ficou constrangida… Mas eu fui fazendo um carinho, estabeleci contato físico, peguei na mão dela, disse que achava ela linda, gostosinha, sexy, que gostava muito dela, e que se ela fizesse em mim, eu faria nela. Aos poucos ela começou a ceder, fez charme, mexia no cabelo, dobrava o joelho, levantava o pézinho, sorria, se requebrava, mordia o lábio inferior, começou a dizer que nos eramos primos, que não podíamos, mas eu respondi dizendo que esse era mais um motivo, que eu a amava, e que sempre quis namorar com ela.

Melina sorriu ironicamente, disse que era mentira porque eu namorava com a Jordanna, e que ela era linda, e “normal”, eu me adiantei, nem deixei ela terminar de falar, e fazendo um carinho no seu cabelo, disse que isso era besteria, e que ela era tão linda quanto a Jordanna; peguei sua mão e comecei a passar no meu pau por cima da calça. Com um olhar arisco ela olhava de um lado para outro para ver se alguém estava olhando. Nos estávamos encostados atras de uma pilastra, bem escondidos… Eu tentei beija-la, porem, ela tirou o rosto, no entanto continuava a massagear meu pau. Eu disse alguma sacanagem no ouvido dela, e coloquei meu pau pra fora, e ela começou a me punhetar. Nossa que delicia! Foi quando eu à beijei, ela se assustou, no começo não interagiu, pensei por um minuto que ela não sabia beijar, mas na sequencia, ela relaxou, e se deixou levar. Ficou na pontinha dos pés, se empinou toda, e retribuiu o beijo, me punhetando encostando a cabeça do meu pau em sua barriguinha. Demos um beijo bem safado, passei a mão nos peitinhos dela, belisquei os mamilos salientes, bolinei a bundinha, meti minha mão no reguinho, siririquei a bocetinha, e antes que alguém sentisse nossa falta, eu fiz ela me chupar: Só forcei a cabeça dela em direção ao meu pau; Ela nem relutou, apenas curvou-se e caiu de boca… Foi uma sensação incrível, aquela boquinha rosada, molhada, quente, juvenil, indecente, mamando meu pau. Eu segurava o cabelo dela, e Melina chupando muito gostoso… Ela dava umas tres chupadas parava e me olhava, sorria, e antes que ela falasse qualquer coisa, eu direcionava a cabeça dela de volta pro meu pau; Nossa, foi uma delicia… Depois de uns 2 ou 3 minutos, eu não aguentei, e gozei… Melina não se espantou nenhum pouco com a esporrada, quando viu o primeiro jato, grudou a boca na cabeça do meu pau e ficou sugando minha porra, ela mamava com gosto, nunca tinha sentido aquilo na minha vida, eu até lacrimejei, foi muito gostoso, a melhor chupada da minha vida. Melina fez biquinho, grudou a boca na cabeça do meu pau e sugou cada gota da minha porra direto da fonte, como se fosse um canudinho, massageando meu pau com os lábios, e ainda arrematou lambendo a cabeça e dando uma punhetada. Foi do caralho, a putinha chupava muito! Eu perdi o controle sobre minhas pernas, e acabei sentando no degrau que tinha atras de mim. Melina sorriu, e disse “pronto”, enquanto mexia nos cabelos. Eu suspirando, sem ação, anestesiado de tesão, me restabelecendo, percebi que Melina ja tinha sido abusada por alguém antes, porque não tinha logica ela chupar e engolir porra com aquela naturalidade.

A festa acabou, e a partir daquele dia minhas interações com Melina se tornaram frequentes, quase diárias. Toda vez que estávamos sozinhos ela me chupava, e era uma vez melhor que a outra, ela conseguia se superar a cada dia, colocava ela pra me chupar no banheiro, na área de serviço, no quarto de empregada que minha avó usa como deposito dos materiais de botânica dela, na sala, no quarto, enfim… Melina só me chupava, lambuzava meu pau todo, lambia, passava os lábios, babava,se engasgava, seus olhos lacrimejavam, fazia com gosto. E sempre quando eu estava gozando, ela fazia biquinho, grudava a boca na cabeça do meu pau, e sugava cada gota da minha porra. Eu passei a tratar Melina como minha putinha particular, sempre que eu queria, dava um jeito e colocava ela pra me chupar, bolinava os peitinhos dela, depois comecei a fazer ela por o pézinho no meu pau, e gozava gostoso naquelas solinhas rosadas realizando minhas taras pervertidas. Me punhetava passando meu pau nos brotinhos de peitos dela, quando eu gozava neles, dizia que tinha que molhar pra eles crescerem, e Melina sempre arrematava me chupando bem gotoso. No começo ela ficou com um pouco de nojo, da porra nos peitinhos dela, no pézinho, mas depois se acostumou.

Com o passar do tempo, e a rotina de putarias, Melina foi se cansando, e não queria mais fazer. Antes, ela nem titubiava, eu chamava, e ela vinha, porem, uns 6 ou 7 meses se passaram, e a disponibilidade dela não era mais a mesma. Eu a agarrava pelos cantos e ela fugia, dizia que não queria, mandava eu para, fazia manha, birra, se fazia de difícil. Eu sem entender, fiquei meio puto, porque ela me chupava, me masturbava com os pés, com as mãos, dava os peitinhos pra eu gozar 4, 5x por semana, e de repente custava a acontecer 3 vezes no mês. Eu comecei a achar que ela estava se divertindo com outro, cheguei a ficar com ciumes e o caralho… Depois de uns dois meses, eu comendo umas putinhas na rua, porem, louco pra Melina voltar a me chupar, estava falando com meu primo, joguei um verde, disse que estava pegando uma novinha la no prédio, ela me chupava e que do nada, ela não quis mais. Meu primo levantou a hipótese, da garota ter se cansado de me proporcionar prazer, e eu não retribuir. Fiquei com aquilo na cabeça uma semana, e depois de pesquisar um pouco, eu decidi investir em Melina com mais carinho, romantismo, me preocupando com o prazer dela.

Ate que em mais um dia de curso de botânica na casa da minha avó, eu estava na cozinha comendo arroz doce com Melina, quando ficamos sozinhos, comecei a perguntar se ela estava bem, se estava chateada comigo, seu eu tinha feito alguma coisa de errado, fiz elogios, disse que estava com saudade dela, enfim… Ela estava mais doce, tranquila, receptiva, e interagiu normalmente. Durante a conversa, ela começou a falar baixinho, cochichando e me disse que tinha acontecido uma coisa com ela e que ela estava se sentindo estranha, e tal… Eu de cara fiquei preocupado, achei que alguém tinha fodido ela, ou a machucado de alguma forma, porem, depois de alguns rodeios e subterfúgios, Melina bem sem graça e constrangida, me disse que tinha ficado menstruada pela primeira vez.

Eu ja estava excitado, aproveitei a deixa, e comecei a perguntar se tinha doido, se ela estava bem, se ja tinha aprendido a usar o absorvente, disse que ela tinha ficado “mocinha” e que agora a gente poderia namorar de verdade. Nesse momento ela sorriu, mexeu no cabelo, se ajeitou na cadeira sentando em cima da própria perna deixando a solinha lisinha e rosada do pé à amostra em minha direção. Meu pau ja tava duro feito rocha. Melina começou a falar que no começo se assustou, chorou, mas minha avó conversou com ela, disse que era normal e que à levou no medico.

Eu logo conclui que era um ginecologista, e fui logo dizendo eu um tom de surpresa: “você mostrou sua xotinha pro cara!??”. Ela sorriu sem graça, e disse que teve que mostrar, mas que era mulher, e minha vó estava junto e segurou a mão dela. Perguntei se a mulher encostou, se doeu, se ela gostou, se sentiu tesão, como foi, se ela ia de novo.

E ela toda entusiasmada começou a me contar os detalhes; Disse que não gostou, que não doeu, mas a mão da mulher era fria, enfim… Depois de interagi, eu perguntei se ela estava menstruada naquela hora, Melina respondeu que não, então eu pedi pra ver a bocetinha dela, porque ela tinha mostrado pro médico, ja fazia tempo que a gente não namorava, então eu queria ver também. Eu ja tinha visto umas vezes, dava umas siriricadas meias descompromissadas, mas nunca parei pra admirar com atenção, tocar no lugar certo pra ela sentir prazer, eu só queria que ela me chupasse, me fizesse gozar, e pronto. Porem naquele dia as coisas mudaram…

Melina ficou sem graça, olhou em volta, relutou um pouco, eu falei que ninguém veria, que era rapidinho, e minha putinha Down cedeu. Ela usava uma camisa da torcida organizada do Goias, afastou a cadeira, olhou pra um lado, pra outro, tirou o único par de chinelo que estava no seu pézinho, arreganhou as perninhas apoiando os calcanhares no beirada da cadeira, afastou a calcinha, e me mostrou sua xotinha com um sorriso bem sacana no rosto. Eu posicionei minha cadeira ficando mais na quina da mesa, quase de frente pra ela, comecei a massagear meu pau olhando para aquela bocetinha linda, rosadinha, com uns cabelinhos loirinhos bem sutis e delicados. Eu tirei meu pau pra fora e comecei a me punhetar enquanto estimulava Melina a passar o dedinho na bocetinha, eu dizia cochichando: “passa o dedinho nela. Me mostra onde fica gostoso, que depois eu faço em você”. Melina afastava a calcinha para o lado com uma mão, e com a outra ficava se siriricando meia sem jeito, porem, sentindo tesão, dava pra ver no rostinho dela, as expressões não negam, Ela abria a boquinha, sorria, ficava ofegante, respirava fundo, levantava os pezinhos da cadeira, seus dedinhos se contraiam me matando de tesão. Melina se ajeitou na cadeira, ficando quase deitada, e não parava de se masturbar. Ja bem molhadinha, e dominando seu prazer, esticou os pés em minha direção, eu os apoiei no meu colo, direcionei meu pau pra eles, dei umas 4 ou 5 punhetadas sentindo a textura de seus pezinhos, e não aguentei, comecei a gozar; me levantei rápido, fui em direção a ela, e voltamos aos velhos tempos; coloquei meu pau na sua boquinha, agarrei um dos seus peitinhos, e ela mamou meu gozo com a mesma maestria de antes, porem, dessa vez, deixou escapar um pouco que caiu na sua blusa. Eu dei um gemido de prazer que ate hoje num sei como não escutaram la da sacada.

Depois me restabeleci encostado na pia, e Melina continuava se tocando discretamente quando escutamos os passos da minha avó vindo em direção à cozinha. Nos ajeitamos rápido, e eu fingi que tirava nossas tigelas de cima da mesa pra lavar; Minha vó entrou, fez uma piada sobre eu estar ajudando a lavar a louça, disse que podíamos comer mais, encheu dois borrifadores com água da torneira e foi em bora. Quando ela saiu da nossa vista, Melina colocou a mãozinha no peito, e disse meia afoita: “Ufaa, essa foi quase, hien” e começamos a rir. Lavando a louça eu cai na real que tinha que estimular Melina, se não, ela ia querer parar com nossas putarias de novo. Terminei de lavar tudo, enxuguei a mão, e comecei a beijar Melina… Ela retribuiu sentada na cadeira, mas estava nervosa por todos estarem na sacada, me driblou e foi pra a área de serviço limpar o vestígio de porra que caiu na blusa dela. Eu fui até a porta da cozinha me certificar que todos estavam na sacada distraídos, e depois fui atras de Melina.

Meu pau ainda não tava duro, mas tinha um volume minimo para esfregar nela. A encoxei por tras, beijei seu pescoço agarrado a sua cintura, bolinei seus peitinhos, e ela dizendo para parar que alguém poderia ver, porem estava na pontinha dos pés rebolando a bundinha no meu pau, e claro, eu continuei… A virei pra mim, e beijei sua boca, passando as mãos nos seus peitinhos, e apalpando sua bunda, ela correspondeu bem sacana. Direcionei-a para o cesto de roupa suaja que ficava ao lado da maquina de lavar, fiz com que ela sentasse, subi sua blusa, arreganhei suas pernas, dei uma estimulada com os dedos, me ajoelhei, e fui beijando, lambendo a parte interna da sua coxa, dei umas mordidinhas, fiz uns carinhos, e Melina ia sentindo uns calafrios, se arrepiava, dizia que fazia “cosquinha”, sorria nervosa, ofegante descobrindo a nova sensação, ate que eu cai de boca na bocetinha dela.

Nossa, que delicia foi vê-la se contorcendo ao ser surpreendida com minha língua percorrendo sua xotinha delicada. Melina deu um gritinho, se assustou, se requebrou inteira, não sabia onde apoiar as mãos, até que decidiu coloca-las na minha cabeça. Seus pezinhos se esfregavam nas minhas costas, apertava minha cabeça com as coxas, rebolava na minha boca, murmurava, lacrimejava, puxava meu cabelo, sorria estérica, ficava colocando o dedinho na bocetinha enquanto eu chupava, gemia cochichando meu nome, enfim… Não sei se ela chegou a gozar, não posso ter certeza, mas que as chances são grandes, eu tenho absoluta certeza. Tivemos que parar porque estávamos correndo risco de mais. Demos um beijo na boca bem pornográfico, lambi um dos peitinhos dela, e saí da cozinha, deixando Melina toda babada, excitada e com um gostinho de quero mais. Daquele dia em diante, estabelecemos uma nova faze no nosso lance: O prazer mutuo. E foi foda!

Passamos a fazer sacanagens de gente grande a partir desse dia. Melina me procurava pra nos chuparmos, ela ficou viciada nas nossas sacanagens, sempre que tínhamos oportunidade o boquete rolava solto. Melina me chupava primeiro, e ela fazia com gosto, bem safada, usava o corpo todo, passava meu pau no peitinho, fazia de tudo para eu gozar o mais rapido possível, porque ela sabia que depois eu ia retribuir chupando ela dos pés a cabeça. Nos combinávamos os lugares, as roupas que ela usaria, a cor do esmalte que ela usava, o sapato, se ela ia com calcinha ou sem calcinha, ela me mandava videos se masturbando pelo wpp, eu ajudei ela a se depilar com um barbeador elétrico no sofá da casa da minha avó, nesse dia, chupei tanto ela, que Melina ficou cheia de manchas roxas na virilha, coxa, pescoço, peitinho. Quando fiz 18 anos e tirei minha carteira, fazia questão de ir busca-la na escola todo dia, com a desculpa que queria andar de carro, e nós parávamos e fazíamos nossas putarias. Toda quarta e sexta feira, minha irmã tinha inglês, minha mãe estava trabalhando, eu ficava sozinho em casa, Melina descia pra meu AP toda safadinha e nós passávamos a metade da tarde juntos so fazendo putaria. Experimentamos uma porrada de coisa juntos: nos chupávamos com bala halls, com gelo, comprei um liquido estimulante que dava uma ardência muita gostosa, comprei um plugzinho, que parece um ovo que vibra e masturbava Melina, ela ficava maluca, chegava a escorrer um gozo discreto da bucetinha dela, nos masturbávamos um na frente do outro assistindo filme porno, enfim… Fazíamos de tudo, menos foder Melina, por mais vontade que eu tivesse, eu tinha muito medo de tirar o cabaço dela, porque ela ia no ginecologista periodicamente, minha avó levava, eu tinha um medo pavoroso disso dar alguma merda, e eu me complicar. Mais uma vez, meu medo, era maior que meu tesão. Eu cheguei a dar umas catucadinhas, sempre passava a rola, ficava brincando na portinha, gozava bem gostoso, e Melina quando sentia o cutuco se esquivava, colocava a mão, e nos partíamos para outras coisas.

Nessa época, dividia meu tempo me divertindo com Melina e fodia outras meninas do cursinho ou as putinhas do meu prédio. Melina ja estava totalmente adaptada a nossa rotina, foi o relacionamento mais longo que tive na vida, até hoje. O tempo ia passando, nossa relação ficava cada vez mais intima e gostosa, porem, nada de foder Melina de verdade, minha vontade era tanta que eu quase morria de tanto tesão. A cada dia que passava Melina ficava ainda mais gostosinha, sacana, ousada e pervertida, com um corpinho adolescente com curvas acentuadas, que ela fazia questão de me provocar, usava vestidinhos, shorts apertadinhos, andava sem sutian, deixava os peitinhos escaparem, os pézinhos continuavam lindos, sempre com unhas pintadas de vermelho, preto ou tons bem clarinhos, me seduzia , jogava charme, cruzava a perna, mexia no cabelo, dançava funk bem safadinha com o dedinho na boca, enfim… Melina estava muito sexualizada, e ela, também tinha muita vontade de ser fodida com força, eu sentia, via o jeito que ela me olhava, como se esperasse minha iniciativa para empurrar meu pau e estourar o cabacinho dela, mas eu, maior de idade, ficava imaginando o dia que ela fosse no médico, e o doutor ou doutora falasse que Melina não era mais virgem, e ela acabasse contando pra minha avó que fui eu quem trepou com ela… Eu ja me imaginava sendo currado na cadeia, sendo massacrado na rua, o estigma que eu carregaria para o resto da vida, enfim… Isso me fazia pensar 2, 3, 4, 5x na hora de corromper Melina. E sinceramente, era tão bom do jeito que estava, que só na hora que eu estava com ela, no calor do momento, o tesão falando mais alto, que me dava a vontade, porem, na mesma hora, eu ja partia pra outra coisa e a putaria continuava sem meu pau foder aquela bocetinha virgem, rosada e gostosa.

E claro, que eu não preciso nem dizer, que do mesmo jeito que eu pegava outras por ai, Melina tambem tinha os machos dela, e como ela tinha mais “experiencia”, era uma ninfeta bem gata, gostosinha, loirinha, se fazia de santa, meiga, inocente, e era meia abobalhada por conta da Down, e principalmente safada, os molequinhos caiam matando em cima dela. Eu eu pensava: “porra, safada do jeito que ela é, daqui a pouco um pirralho desse, vai fode-la, e eu fico aqui chupando dedo.” Por um lado, seria ate bom, porque assim, não atribuiriam o abuso a minha pessoa, no entanto, e minha vaidade de tirar aquele cabaço que eu chupei, estimulei, fiz gozar, por anos, era meu, por direito! Melina vivia se pegando com uns caras na escola, no predio, no ingles, enfim… Esses são os lugares que eu ouvi falar, mas com certeza, tinham outros.

O tempo foi passando, eu comecei a namorar de novo, porem, evitava levar a menina la em casa. Joice, era uma gracinha, novinha, tinha 17 anos, bem gostosinha, safada, com um pézinho lindo, porem, não chupava como Melina. Mesmo eu namorando com Joice, minha rotina de puraria com Melina era continuava; sempre que tínhamos oportunidade, ela me chupava, eu chupava ela, e nada de eu foder Melina, mas era gosto como sempre. Em um determinado feriado, eu, Joice, uns amigos, e minha familia fomos pra Caldas Novas, foi quase minha familia inteira. Todos os meus primos foram, minhas tias, só o marido de duas delas que não apareceu. Isso é uma tradição da minha familia: Sempre no mesmo feriado nós vamos pra Caldas. É divertido, animado, muito foda. Nessa viagem tinha mais pessoas do que o comum, então eu, Joice, meu primo e mais um casal amigos da Joice, ficamos em um quarto, e minha família, se dividiu do jeito de sempre: em dois quartos pra caber todo mundo. E essa foi a primeira vez que fiquei separado da minha mae, irmã, enfim… Eu e meu primo saímos e chegávamos na hora que queríamos, foi ótimo.

No entanto, meu primo tava meio que segurando vela, pq eu estava com a Joice, os amigos dela acabaram se pegando, e meu primo ficou meio que de lado. Na rua, ele se arranjava, mas depois, pra fazer os programas a dois, ele ficava sem graça, e não queria ir. Ele experimentou chamar uma menina que ele tinha pegado pra sair com a gente, porem, é Caldas, e ninguém vai pra lá pra se “comprometer”, então, a menina negou, e ele ficou puto, e decidiu não chamar mais ninguém. No quarto dia de viagem, o clima tava ficando chato, porque, eu com minha namorada, não dava atenção pro meu primo, e nós, sempre fomos brother, parceiros e tal, então não rolava eu deixar o cara de lado. Resumo: Eu sai com Joice e os dois amigos dela, e meu primo não foi, pela 4ª vez consecutiva, ele ficava no quarto do hotel ou ia pra piscina com nossa família. Mesmo eu muito incomodado com isso, eu ia saia com Joice, porem, na medida que ela ia bebendo, ela interagia com os amigos dela, me deixando de lado descaradamente. Isso parece carência ou babaquice da minha parte, porem, o fato é que depois que Joice bebia, ela nem me dava moral. Eu tentava interagir com eles, entrar no papo, mas eles riam, faziam pouco, enfim… Numa dessa, ela me mandou “calar a boca, e ficar quieto”, eu fiquei puto, e fui em bora. Não fiz escândalo ou cena, apenas me levantei, e fui em bora. Isso aconteceu, eram umas 15:00h, eu saí do quarto de hotel com Joice e os amigos, umas 14:00h…

Um dia antes, eu desabafei com meu primo dizendo que não tava gostando de deixa-lo só, que Joice me tratava mal, que queria que ele fosse pra gente se divertir junto e tal… Mas ele respondeu que não queria segurar vela, que tinha dignidade, que ia ter que ficar desesperado pra arrumar uma mulher e coloca-la na nossa mesa para sentar com ele, que mulher é assim mesmo, e eu tinha que me impor e bla bla bla…

Quando fui em bora, deixando Joice e os amigos no bar que estávamos, cheguei ao hotel, fui ate onde minha família costumava ficar, os encontrei, e meu primo não estava lá. Eu questionei, perguntei onde ele estava e minha tia respondeu: “ué, ele saiu com vocês, veio aqui pra me pedir o cartão! O que que houve, ta tudo bem!?” Eu estranhei, mas não desmenti ele, disse que sim, que ele estava comigo, mas veio buscar o carregador do celular e nos desencontramos, mas ia encontrar com ele no quarto. Logo pensei, que meu primo tinha arrumado uma putinha, pegou o cartão, e foi comer alguma coisa, e depois, ia dar uma trepada. Como eu tava puto, voltei pro quarto, decidi tomar um banho, relaxar, e depois ligaria pra ele pra ver o que tava rolando. Subi, e chegando no meu AP do hotel, abro a porta e ouço uma musica alta que saia de uma dessas caixinhas de som que são pareadas ao celular via Bluetoth tocando Bastille, vou entrando, e quando chego perto do quarto meu primo ta fodendo uma menina, olho com mais atenção e percebo que é a minha irmã.

Ela de quatro na beirada lateral da cama, só com a parte de cima do biquine, descaça, e ele em pé fodendo com força, segurava o cabelinho dela, igual ao de uma puta, e marretava com gosto. Minha irma, magrelinha, franzina, gemia, contraia os pézinhos no ritmo das bombadas, pedia calma, “vai devagar”, “ta doendo”, puxava o lençol com as mãos, tentava deitar e ficar só com a bundinha empinada, mas meu primo puxava ela de novo e a deixava de quatro novamente, ela colocava a mão, murmurava, dizia: “Ainnn Assis, calma, é serio, já disse… Ainnn, ainnn”. E meu primo marretando com gosto a boceta magrela da minha irmã parecia que ia racha-la no meio. Eu ali parado, custei a acreditar que era ela, mas quando comecei a ficar excitado, fiquei puto, e dei um grito, tipo: “Que porra é essa!!??” Eles se assustaram, meu primo deu um pulo, minha irmã tampou a boceta com as mãos e foi pegar a calcinha, começou a chorar, meu primo começou a se justificar, pedindo pra eu não contar nada para ninguém, minha irmã, idem… Eu fiquei indignado, xinguei os dois pra caralho, mas depois de alguns minutos, eu comecei a pensar: “Porra, meu primo é grandão, moreno, minha irmã sumia atras das costas dele, ela tem 14 anos, magrela, novinha e aguenta a rola dele, então Melina também vai aguentar a minha.” Eu relaxei, respirei fundo, fiquei meio enciumado, fiquei me perguntando a quanto tempo isso acontecia, mas nem questionei, pra eu não ouvir a resposta que ja sabia qual era. Meu primo ficou cheio de dedos comigo, minha irma me paparicou, ficava me rodeando, ai eu mandei eles relaxarem, continuarem trepando, que eu não to nem ai, só não quero ver de novo. O clima ficou meio tenso, mas depois, tudo voltou ao normal.

Em relação a Joice, ela foi em bora um dia e meio depois que eu larguei ela no bar, e foda-se, nunca mais nos falamos. Não sou otário, porra! E pra melhorar, depois, ainda comi uma amiguinha de trabalho dela, só pra ela largar de ser otária, mas enfim… Essa é outra história.

Quando Joice foi em bora, eu não falei nada para minha família, agi como se ela ainda estivesse lá, e foda-se. Eu tava louco pra pegar Melina, e motivado pela cena que tive a infelicidade de flagrar, eu estava determinado a foder o cabaço dela. O foda, que tirar Melina da piscina de água quente é um inferno, ela ama desesperadamente ficar brincando ali. Então eu tive que dar um jeito: Dentro da piscina eu comecei a chama-la para ir para o quarto… Um dia se passou, e ela só me enrolava. No dia seguinte ela esqueceu o protetor solar no quarto e foi pegar, eu dei uma disfarçada, e fui atras, encontrei com ela no elevador e já subi fazendo insinuação. Melina tava linda, uma delicia, com um biquininho que a parte de baixo parece um short todo florido, a parte de cima contornava os peitinhos dela direitinho com um decote bem sutil dando uma salientada nos seios que ja eram durinhos por si só, os pézinhos lindos como sempre, com as unhas pintadas de vermelho ferrari, com solinhas macias, rosadas, delicadas, calçados com uma Havaiana branca limpinha com uma bandeirinha do brasil bordada, com o cabelo amarrado com rabo de cavalo e óculos escuros… Nossa, cada centímetro do corpo dela implorava, gritava pra eu chupa-la inteira.

Quando chegamos no apartamento, ela ja entrou dizendo que queria ir pra piscina, eu pedi só um beijo e uma chupadinha; Ela sorriu… Eu estendi a mão, ela fez charme, mas retribuiu; Fui chegando devagar, fiz um carinho, disse que ela estava linda, e nos beijamos bem gostoso.

Eu estava esperto, pra não acontecer a mesma coisa que aconteceu com meu primo, afinal de contas, eu estava no AP dela, e lá, tinha muito mais gente hospedado, a probabilidade de alguém chegar era maior. Sempre fui cauteloso, num ia ser agora que daria um vacilo desses.

Nos beijamos, eu percorri minhas mãos no corpinho dela, e fui me direcionando para o sofá. Ela ficou excitadinha, murmurou um pouco, disse bem manhosa que queria ir pra piscina, e eu a beijando com bastante carinho e tesão, dizia: “calma amor, daqui a pouco vc vai. Vamos namorar um pouquinho!” A cada carinho que eu ia fazendo, Melina ia se esquecendo da piscina… Deitamos no sofá, beijei sua boca esfregando o volume do meu pau na xota, na coxa demostrando bastante tesão, fui para o pescoço siriricando sua xotinha por cima da calcinha, desci as alças do biquine e chupei seus peitinhos lindos e rosados com os mamilos bem entumecidos de prazer, percorri minha língua na sua barriga, explorei seu umbigo, baixei sua calcinha, dei beijinhos na testinha da sua xota, beijei a lateral da coxa, lambi sua virilha, siririquei e comecei lambendo seu grelo bem devagar, e fui aumentando a frequência ate chupar de verdade enquanto estimulava seus peitinhos e metia metade do meu dedo médio no seu cuzinho apertado, que foi um espaço que eu conquistei com muito carinho e dedicação… Melina gemia de prazer, ficava ofegante, lacrimejava, rebolava bem gostoso na minha boca, esfregava os pézinhos nas minhas costa, puxava meu cabelo, apertava minha cabeça com as coxas, segundos depois se arreganhava inteira pra eu lamber mais profundo e molhado;

Ela tirou a calcinha que estava a impedindo de se arreganhar ainda mais pra mim, quando se livrou da parte de baixo do bequini, Melina se mexeu e ja colocou o pézinho na minha boca, dei uma chupadinha, mordi suas solinhas lindas e rosadas, enquanto melina se masturbava e sorria afoita… Na sequencia ela se arreganhou ainda mais, levantou suas pernas, dobrou o joelho e ficou segurando seus pézinhos com as mãos; suas unhas vermelhas contrastavam com suas solinhas rosadas e macias me deixando maluco de tesão em vê-la totalmente arregaçada pra mim.

Ela me olhou nos olhos ofegante, respirando fundo, bem safada e pervertida… Eu maluco de tesão, ja tirei meu pau pra fora e fui esfregar meu pau naquele cabaço como sempre fazia, porem, dessa vez, estava determinado a fode-lo… Comecei a esfregar, catucar, me punhetar, fiquei ali brincando na “portinha”, e Melina na mesma posição; Me inclinei um pouco pra beija-la e chupar seu peitinho, e Melina pediu pra eu voltar a chupa-la, ela disse toda excitada: “Beija la em baixo de novo!” Eu olhei no fundo dos olhos dela, beijando sua boca, fui no ouvido dela esfregando meu pau com força na xotinha e no cuzinho suado de mel, e disse: Voce quer que eu te chupe de novo, éh? Ela: “Uhumm, quero!” “Se arreganhou toda assim pra eu te lamber, néh?” Ela sorrindo: “Éhh, uhum…” Eu fui descendo, e disse no trajeto: “Mas hj eu vou te foder, ta!?” Ela sorriu e afoita, como se dissesse “me chupa logo, porra!” Respondeu: Tah, Uhumm! Eu acho que ela não entendeu o que eu quis dizer, mas eu fiz o combinado, ate porque, eu adoro chupar aquela bocetinha, é o melhor mel que eu ja provei. Eu lambi, chupei, siririquei, explorei o cuzinho, violei o cuzinho com o dedo, com a língua, variei a intensidade, o movimento, a frequência, a força dos carinhos, até que, acredito eu, Melina gozou: Se estremeceu toda, soltou os pezinhos, levou a mão ate os seios, se beliscou, mexeu no cabelo, voltou para o grelinho, se contorceu, gemeu bem gostoso, lacrimejou, e eu ali me punhetando… e tentando terminar meu serviço, mas ela se tremeu, se arrepiou inteira, ai eu deixei.

Uns 10 segundos passou, já puxei ela e a coloquei pra me chupar, Melina meia molinha, não se negou, caiu de boca no meu pau dando um show de boquete, pra variar. Ela chupou, chupou e eu não podia gozar… Decidi parar de frescura, e ir direto ao ponto. Me inclinei, voltei a beija-la e fui ficando em cima dela; Melina cheia de fogo, toda excitadinha, se deixou levar e eu a beijando me esfregando nela com um tradicional “Papai e Mamae”; Meu pau duro feito pedra, eu ia colocando a mão para ajeita-lo… Melina rebolava bem safadinha em baixo de mim, e eu esfregando meu pau nela esperando o melhor momento; Sempre que sentia a portinha dava uma catucada, e voltava a esfregar, beijando ou chupando os peitinhos da loirinha… Ela me beijava e segurava no meu obro ou na minha nuca, seus pézinhos se esfregavam na batata da minha perna e eu sentia cada centímetro da solinhas dela me acariciando; Chupava sua língua, seus lábios e a cabeça do meu pau podia sentir a grutinha encharcada de Melina pedindo rola; Meu pau pulsava, parecia um coração, Melina estava com a xotinha bem inchada e quente feito brasa, quando ela estava bem entregue e relaxada, eu senti o lugar certo, apontei, e empurrei com força! Huuuuurrrrr… No que eu meti, não entrou, Melina deu um pulo como reflexo assim que sentui meu pau invadindo, dizendo “Aiinnn Zaff, assim não… Ainnn” Começou a tentar olhar pra baixo empurrando meu peito pra tras; Eu disse pra ela ficar calma, fiz um carinho, a beijei, e conclui dizendo que era assim mesmo, que doia um pouco mas depois ia ficar gostoso…. Fui dando espaço, afastei meu peito e deixei ela olhar, Melina colocou a mão, deu uma siriricada, e sorriu meia nervosa…

Eu fiquei aliviado, sorri, me debrucei sobre ela a beijei, fiz um carinho, lambi seus peitinhos e fui falando no ouvido dela que a gente ia trepar de verdade, que eu ia tirar o cabaço dela, perguntei se podia, disse que à amava, que seria gostoso e Melina bem manhosa, quase chorando, disse: “Ainnn, mas doi; Você num avisa!” mas não parava de rebolar a xotinha no meu pau, e eu continuava esfregando na bucetinha dela, fazendo movimentos de penetração colocando peso no grelinho dela… Eu pedi desculpa por ter metido sem avisa-la e disse que ia ver se machucou, ela toda assanhadinha, já se arreganhou pra mim de novo, eu olhei pra ver se tinha sangue, sei la… e não tinha nada, só tava mais vermelhinho que o normal; dei mais umas chupadinhas, brinquei com o grelo, estimulei o cuzinho e voltei a catucar com o pau, dessa vez Melina so me olhava enquanto eu passava meu pau no cuzinho e em toda a extensão da sua xota rosadinha e quente; Ela com as perninhas arreganhadas, com um pézinho apoiado no encosto do sofá, e o outro, hora ela levantava a perna e o deixava solto no ar, hora ela apoiava no chão ou um pouco abaixo do meu peito… E eu sarrando meu pau na raxinha dela; Perguntava se tava gostoso, dizia se que ia meter, dava uma cuspida pra dar aquela lubrificada e espelhava com a cabeça do pau; Melina sorria, respondia mexendo a cabeça dizendo que sim ou que não e forçava meu pau pra baixo pra dar mais pressão no grelinho dela… Eu de joelho na sua frente, à encarando nos olhos, louco de tesão, apontei de novo e forceei, empurrei com força, e não entrou mais uma vez… Melina se mexeu de novo, no reflexo apoio um dos pézinhos no meu abdome e me empurrou pra trás… Com carinha remix, uma mistura de safada, susto, medo e excitação, ela levou as mãos na bucetinha tampando, fazendo movimento de sobe e desce, na sequencia, ela se encolheu ficando tipo de conxinha, só que de bruços e deu um sorriso nervoso dizendo que doía… Eu ja tava puto, desesperado, sentei do lado dela, dei um beijo nos seus pezinhos, coloquei eles no meu pau, e fui tirando as mãos dela da xotinha, quando Melina tirou a mãos que fazia contato direto com a boceta tinha um vestígios de sangue, bem pouquinho no dedo indicador e médio, ela olhou, ficou meio assustada, e me disse quase chorando: “Ai oq vc fez, ta vendo!?” Meu animo voltou, percebi que minhas cutucadas, mesmo com o reflexo rápido de Melina, estava funcionando. Eu a consolei, fiz um carinho, passei o dedo no grelinho, na raxinha, dispersei o pouco de sangue em toda a extensão da xotinha dela, e a beijei dizendo que ela era minha namorada… Eu sentado do lado dela, me debrucei ao seu lado, Melina com as pernas por cima da minha coxa, resmungando bem manhosa com ar de safada, eu voltei a maratona de estimula-la… Beijei, chupei os peitinhos e fiquei metendo meu pau entre as coxas dela e siriricando ao mesmo tempo; Com muito carinho fui metendo meu dedo dentro da grutinha dela, bem de leve, e entrou mais do que costumava entrar, dei uma forçadinha, entrou mais um pouco. Melina se contorceu, mas dessa vez, eu segurei. Bem devagar, e estimulando seu grelinho, fui rebolando meu dedo pra dentro da bocetinha dela. Eu sentia quente, pelando e molhado… Melina se contorcia no meu braço, segurava a minha mão, gemia, diza: “Ainnn, Zaff. Para… Espera, espera, aiii.. Aiinnn, ainnn. Tira, tira, tira!!” Eu ia falando umas sacanagens para ela, chupava os peitinhos, a orelha, lambia o pescoço, e ia catucando, empurrando meu dedo pra dentro ate atolar tudo… Me dedo médio ficou todo lambuzado, num chegou a sangrar, mas era meio vermelho. Fiquei rebolando meu dedo la dentro, fazia movimento de “vem”, Melina com um remix de dor e prazer começou a se deliciar: Fechava os olhinhos, sorria, abria a boquinha, ficava ofegante, abriu suas pernas sutilmente, e mais relaxada apoiou os pézinhos na minha coxa. E eu comecei a fazer movimente de entra e sai, entra e sai, espalhei o mel dela pro cuzinho, e aproveitei e enterrei meu dedo nele também, fiz bastante esse trajeto: Metia na xotinha e depois no cuzinho, percorria toda a extensão da xota dela, socava o dedo dentro, depois no cuzinho e sempre chupando os peitinhos dela, fiz questão de baba-la bastante, fiz ela provar seu próprio mel chupando meu dedo.

Ela estava doidinha de tesão, eu, três vezes pior, tive que ir ao banheiro pegar papel higiênico pra limpar Melina e não deixar nada cair no sofá porque era meio bege, podia dar merda. No Banheiro vi um shampozinho de bebe, um com a embalagem transparente com a tampa azul bem clarinha; Peguei o papel e esse shampoo, eu ia foder Melina usando como lubrificante, e foda-se! Voltei pro sala e ela estava deitada, com a perninha cruzada, eu fui chegando próximo ao sofá, ela se arreganhou, dei um pedaço do papel pra ela, Melina limpou a mãos. Eu limpei o suficiente para não sujar o sofá, mas ainda deixei molhado. Beijei Melina, e dessa vez foi sem frescura, ou peninha dela, ja tava de saco cheio, fiquei de joelho na frente de Melina, ela apoiou um pézinho no encosto do sofá, o outro na beiradinha do acento, eu esfreguei com força umas duas ou três vezes, joguei o shampoo na cabeça do meu pau sem deixar cair no sofá, lambuzei, e empurrei sem dó, meti com força… Melina fez menção de gritar, mas só saiu um “ahhh”. Deu um suspiro profundo, levantou o pézinho e colocou no meu abdome tentando me empurrar, mas eu a segurei pela canela e mordi sua solinha, Ela tentou sair, e eu firmei o golpe. Melina levou a parte de trás da mão na boca e parecia morder a própria mão, e enfim… FODI MELINA!!! Meu pau tava dentro, uma delicia, quente e apertado… A xotinha dela parecia querer cuspir meu pau pra fora, ficava se contraindo enquanto Melina resmungava e se contorcia de dor.

Eu fiquei metendo bem devagarinho e acalmava Melina fazendo uns carinhos, dizendo que estava gostoso, e a segurava com firmeza, pq sempre quando eu metia mais fundo ela tentava se mexer, queria sair; Aos poucos ela foi sedendo e passou a sentir prazer com meu pau penetrando a xotinha vinrgem dela… Melina começou a gemer baixinho, ofegante, sorria, olhava pra mim fazia uma carinha manhosa de dor e prazer. Focava os olhos no meu pau fodendo a bocetinha dela lentamente, ela jogava a cabecinha pra tras e gemiaa “aiinnn, ooohhh… Nossa Zaff, credoo. Ummmh ummmh”. Eu sorria, gemia tanto quanto ela, eu estava maluco de tesão, que bocetinha gostosa. Pela primeira vez, terei meu pau de dentro, que chega estava esfolado, Melina era apertadinha… Fui tirando devagar, quando estava fora, Melina me olhou nos olhos, e respirando fundo e exclamou olhando pra bocetinha: “Ai, vc tirou, nossaa!” Eu estiquei minha mão peguei minha carteira dentro do short e coloquei uma camisinha, por mais gostoso que tivesse, meu medo de deixar Melina prenha era maior. Encapei o pau, me debrucei sobre Melina, a beijei e fui metendo de novo devagarinho jogando meu peso todo em cima dela; Ela gemeu bem gostoso no meu ouvido, mordeu meu ombro, arranhou minha nuca, passava os pézinhos na minha perna e eu comecei a fode-la de verdade no tradicional “papai e mamae” mais gostoso da minha vida! Melina se contorcia em um remix de prazer e dor com um jeitinho bem manhoso, dengosa e, eu metendo gostoso, profundo; Chupando seus peitinhos, lambendo seu pescoço. Eu estava louco te tesão, levantei meu peito e fiquei metendo de joelhos e Melina apoiou os pés no meu peito, eu à fodi realizando minha tara pervertida de chupar e morder aqueles pezinhos lindos,rosados, delicados e depois de uns 10 minutos, no máximo, eu gozei… Gozei tanto, e tão gostoso que me tremi todo perdendo o controle sobre meu corpo, fiquei suado, exausto, cansado e me debrucei em cima de Melina extasiado de prazer e felicidade por ter rompido aquele cabaço. Melina em baixo de mim estava ofegante e sorria baixinho!

Depois disso, nos arrumamos rápido, Melina foi tomar um banho, e eu dei um jeito no sofá, deixei tudo como estava antes, e fui fazer um pão pra mim na cozinha. Passaram-se uns 2 minutos que Melina tinha saído do banheiro e minha tia entrou no AP procurando Melina dizendo que minha avó estava preocupada, eu disfarcei disse que encontrei com ela, aproveitei e subi pra comer porque estava com fome e não queria gastar dinheiro, minha tia ficou meia desconfiada porque Melina tinha acabado de sair do banho, estava com o cabelo molhado, mas Melina é safada e, de boba num tem nada, inventou uma desculpa, se adaptou à minha historia e ficou tudo tranquilo.

Depois do acontecido trepamos muito mais, e foi sempre um mais gostoso do que outro. Peguei Melina de quatro, fiz ela galopar no meu pau, arreganhei as perninhas dela, explorei cada centímetro do corpinho dela, enfim… Hj em dia, fazemos de tudo um pouco, porem, com menos frequência, talvez umas 3 vezes no mês, no máximo. Melina continua linda, agora, com 15 aninhos ta uma ninfetinha muito safada, usa salto alto, roupinhas sensuais, ta bem deliciosa e sexy… Tem saído, vai para as baladas com as amiguinhas, dá pra outros sortudos por ai, enfim… Eu atualmente namoro, porem dou minhas escapadas com Melina sempre quando ela quer, ultimamente ela tem sido jogo duro porque ta numa de namorar com um cara da escola, quer fazer a puritana, mas sempre que estamos sozinhos ela não resiste, acaba dando pra mim. Minha meta agora, é foder o cuzinho dela, ja meti meu dedo pra dar aquela laceada, ja estimulei, enfim… Estou só esperando uma oportunidade!

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 5,00 de 1 votos)
Loading...