Viviane, se casou

História verídica.
Tinha 22 anos e vou me identificar como Léo. Sou moreno, 1,70, 70 kg e tenho 24 CM de dot e me considero um cara bonito e interessante. Nessa época eu trabalhava com música e quase todo fim de semana eu ficava com, Viviane, que eu conheci em um baile que eu curtia todo fim de semana. Uma morena linda estilo indígena, menor que eu, com uns 65 kg, um corpo perfeito com cabelos longos e uns dois anos mais nova. Ficamos uns dois anos sem nos ver. Em uma noite normal qualquer o meu telefone toca e pra minha surpresa era, Viviane. Conversamos sobre como estávamos, alguns de nossos encontros e no meio da conversa ela me falou que tinha se casado. Viviane, no entanto, não estava me ligando apenas pra conversar. Viviane, estava com segundas intenções. Ela me contou que tinha a fantasia sexual de transar com dois homens, que já tinha conversado com o seu marido sobre isso e sobre mim e me pediu pra realizar sua fantasia. Combinamos os detalhes durante o resto da semana e no fim de semana fui até o endereço combinado que era na sua residência. Cheguei em sua casa por volta das nove horas da noite e, Viviane, estava me esperando sozinha e cheirosa com um vestido curto e largo. Disse que seu marido não estava em casa e que precisávamos esperá-lo chegar, pois o mesmo ficaria com ciúmes se começássemos a ter alguma intimidade sexual sem ele. Eu concordei. Viviane abriu uma garrafa de vinho e começamos a beber e conversar. Eu já tinha chegado havia uns trinta minutos e minha ex ficante e amiga casada começou se insinuar. Eu me segurei. Perguntei onde ficava o banheiro e ela me mostrou. Enquanto eu estava mijando, Viviane invadiu o banheiro e disse:
– Eu sempre AMEI sua PIROCA e nunca te esqueci desde o primeiro dia que VC ME COMEU! Desde o primeiro dia que engoli seu LEITE contra a minha vontade e obrigada porque você me forçou. Você lembra disso?
Meu CACETE, que estava mijando, ENDURECEU e ENVERGOU na mesma hora dificultando a saída do final da minha urina.
– Claro que eu lembro, Viviane. “respondi”
– Deixa eu segurar essa ROLA só um pouquinho pra matar a saudade antes do meu marido chegar.
Viviane, aproximou-se e segurou o meu CACETE de leve. Deu uma breve PUNHETADA carinhosamente e em seguida apertou a base do meu PIRU com muita força balançando a minha PIROCA pras últimas gotas de mijo saírem. Em seguida, Viviane, segurando a base do MEU PAU ainda apertando com muita, pôs a GLANDE que sempre é exposta, no fundo da garganta até onde ela conseguia forçar, engasgou, e tirou da boca suavemente como se tirasse um chupeta devagar.
– Precisamos esperar meu marido. Guarda essa ROLA, por favor. – E voltou pra onde estávamos.
Esperei a ROLA diminuir um pouco o tamanho, respeitando todo o combinado e a ausência do seu marido e guardei a PIROCA.
Quando cheguei à sala, Viviane estava sentada com as pernas abertas e bebendo vinho, me deixando ver nitidamente o contorno da sua BUCETA INDIANA por baixo da calcinha.
– Meu marido tá demorando. “comentou”. – Me beija um pouco, rapidinho!?
“Como eu poderia negar esse pedido?”
Beijei, Viviane, com vontade, esfregando sua BUCETA e cravando sua calcinha no centro da XOTA como se ela fosse a VADIA mais depravada que eu já havia conhecido, sem esquecer que ela estava casada e que o marido dela poderia chegar a qualquer momento.
Joguei, Viviane, de quatro, e ela, EMPINOU A BUNDA me OFERECENDO o OLHO do CU. Alarguei a língua e só travei na parte de fora no início do ânus, balançando a cabeça de um lado pro outro e de baixo pra cima. Não ATOXEI a língua. Uns cinco minutos depois mandei ela se recompor.
Logo em seguida o marido da Viviane chegou. Não pareceu se importar por eu estar sozinho com sua esposa. Nos apresentamos, conversamos basicamente e, Viviane, mandou a gente calar a boca e começou a chupar seu marido como se nada tivesse acontecido antes entre nós dois. Enquanto ela o chupava, a buceta dela estava à amostra pra mim de pernas abertas.
Viviane, chupando seu marido enquanto eu apenas observava, esticou os braços e pôs minha ROLA pra fora. Segurou meu CARALHO com as duas mãos e tirou a boca da pica do seu marido e imediatamente começou a MAMAR a cabeça da minha ROLA segurando MEU PAU com as duas mãos. Enquanto Viviane me MAMAVA, seu marido apenas observava. Ele tinha o pau bem menor do que o meu e parecia estar apreciando a CHUPADA que a MULHER DELE fazia em mim.
– COME MINHA MULHER! “disse”
Joguei, Viviane, de quatro, e enfiei a ROLA sem pena nem piedade.
Soquei em minha amiga casada na frente do seu marido com raiva e ele resolveu por o pau na boca de sua esposa enquanto, Viviane, sua esposa fiel, estava sendo arrombada por mim.
– Mete no CU da minha MULHER! “disse o corno”
Viviane, disse pra eu fazer com carinho e eu não obedeci. Fudi freneticamente o CU da mulher do corno enquanto ela e falava com seu marido:
– ELE TÀ ME ARROMBANDO! AMOR, POR FAVOR, VC NUNCA COMEU MEU CU E ELE TÀ ME ARROMBANDO! CORNO, CORNOO!!!
Viviane, gemia alto e quase gritava enquanto seu marido corno sentia o BOQUETE da sua esposa A RROMBADA.
Viviane, gozou comigo, ALARGANDO seu CU, e depois gozou de novo comigo comendo sua BUCETA. Eu GOZEI a primeira vez quando estava PIROCANDO sua BUCETA. Quando terminei de gozar fiquei impressionado ao ver seu marido lambendo sua XOTA cheia de PORRA como se fosse esfomeado comendo um prato de comida caprichado com picanha. Na época, nunca tinha imaginado que houvesse um marido que tivesse a fantasia de chupar o ESPERMA de outro homem dentro do corpo de sua mulher fiel. Nunca mais vi, Viviane.
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