O Harém de Seu Oswaldo II- Kátia e Amanda

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(Por favor, apreciem este texto como de fato é, um conto cheio de fantasias, ainda que proibidas. Considero muito mais tenso e estranho o gosto por filmes de Serial Killer, por exemplo…)

Como eu contava, aos 12 anos tive minha primeira filha, Kátia. O pai, seu Oswaldo, militar aposentado não tirava a menina do colo. Fazia questão de ajudar em tudo. Até nos banhos, trocas de fralda… E nos banhos fazia a maior festa. Ficava um tempão com ela na banheira. Não na banheira de bebês, claro, mas na hidro que tinha nos quartos principais, uma delas era para seis pessoas. Depois do banho ainda se demorava mais passando e tirando óleo, talco, etc.
Quando achava que ele estava demorando muito ia atrás e o surpreendia várias vezes de pau duro beijando ela toda. Então me pedia para dar mamar pra ela e mamar seu caralho ao mesmo tempo. E fudia minha boca enquanto eu amamentava Kátia.
_ Minhas putinhas gostosas, papai vai dar leitinho pra vocês.
E brincava:
– Engole minha porra se não, eu dou pra Kátia.
E gozava muito. Eu não conseguia engolir tudo. Então esporrava um pouco sobre meus peitos e ficava esfregando seu cacetão até amolecer. Quando amolecia todo num segundo se retesava e ficava mais duro que antes e continuava esfregando a cabeça nos meus peitos. Esfregava em um enquanto Kátia mamava no outro. Ele mesmo tirava sua boquinha e a fazia mamar o peito todo lambuzado por seu pau.
_ Quer tomar o leitinho do papai, quer ?. Mas tenho que gozar na buceta da mamãe, pra fazer outra putinha linda que nem você coisinha fofa.
Me fazia ficar de quatro e escanchava a menina em minhas costas.
_Que delícia, fuder uma putona arrombada e brincar com uma putinha novinha. Papai vai te preparar direitinho, vai ficar mais arrombada que a mamãe.
Estocava com força e parava um pouco para falar sacanagens com a menina.
_ Estou enchendo a buceta da mamãe de porra, mas depois vou dar pra você também meu amor. Estou fazendo outra putinha pra gente brincar gostoso. O cacetão do painho tá atolado até o útero da mamãe, tô enchendo ele de porra pra ela engravidar logo… Quero ter um monte de putinha nova pra descabaçar e engravidar quando crescer.
E estocava tão forte que quase não aguentava. Mas sabia que não me deixaria sair dali enquanto não gozasse outra vez.
_ Papai já esporrou bem dentro da boceta arrombada da mamãe, minha linda. Deixa eu fazer um dengo em você pra gozar de novo. Papai tem que enxertar a mamãe. Tem que encher a buceta dela de porra até engravidar. Então me mostra sua xotinha cheirosa. Deixa o painho te dar um cheiro de macho, quenguinha nova. Depois te encho de porra também, mas tenho fazer uma irmãzinha primeiro bem no bucetão da mamãe. Painho gosta de bucetinha nova, então precisa fazer uma putinha na mamãe pra não ficar sem xotinha bem novinha. Só por isso papai mete na mamãe, pra fazer uma filhinha, uma putinha bem novinha igual a você bucetuda do painho,,,
Ele não falava da boca pra fora. Soube depois que engravidou meninas, moças, empregadas… e mesmo mulheres adultas, esposas de amigos… Seu tesão era engravidar essas meninas ou mulheres para ter oportunidade de iniciar menininhas bem novinhas. Nem todas consentiam. Mas muitas por paixão, tara ou vantagens se envolviam em suas fantasias e permitiam que ele iniciasse suas filhas.
Eu me envolvi por todos esses motivos, mas o principal foi minha paixão por Oswaldo. Minha buceta latejava por sua pica imensa e suas lambidas. Também adorava seu jeito carinhoso e autoritário ao mesmo tempo. Suas loucuras como esporrar sobre os lanches e até no mingau de Kátia, exigir que eu me depilasse toda dizendo que era sua bebezinha arrombada, entre tantas outras coisas foram me transformando numa puta insaciável e capaz de qualquer loucura para satisfazê-lo. Não foi à toa que me tornei sua puta predileta e algum tempo depois sua esposa legítima.
Quando Kátia estava com uns sete meses, engravidei novamente. No pré-natal soubemos que era uma menina. Ele escolheu o nome, Amanda. Escolheu este porque era o nome da filha de uma antiga amante por quem era louco mas nunca conseguiu ir além de uma lambidas fortuitas na bucetinha da menina. Então Oswaldo ficou mais tarado e afoito. Dizia que estava formando seu harém de putas. Quando me pegava junto com Kátia era uma loucura:
_ Minhas três putas, minha putona arrombada, minha puta nova que vou arrombar bem gostoso e minha putinha bem novinha que já tô enchendo de leite ainda na barriga da mamãe….
Adorava esporrar sobre minha barriga ou bem dentro da buceta dizendo que era pra Amanda ir se acostumando com o cacetão e o leite do papai. Quando ele tirava o pau de minha boca ou minha buceta e direcionava para a boquinha de Kátia nem estranhava mais. Sabia que ele esperaria o tempo certo pra penetrá-la. Enquanto isso se contentava com mamadas parciais, encoxadas e pinceladas do cacetão na xotinha rechonchuda e toda babada de Kátia que cada dia se tornava mais solta com sua brincadeiras…
Então ficamos esperando Amanda nascer pra integrar o Harém que estava se formando. Apesar de saber que a tara de Oswaldo eram as bem novinhas mesmo, me sentia querida e amada porque era capaz de proporcionar ao meu macho a realização de suas fantasias: engravidar para dar a ele putinhas novas para brincar…

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